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Banda/cantor: Fernanda Brum Site: www.fernandabrum.com.br |
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Fonte:(www.fernandabrum.com.br)
Dona de uma bela voz grave – timbre pouco explorado no mercado gospel, Fernanda Brum se entrega a cada interpretação com liberdade. Exprimindo sentimentos, emoções, e imprimindo personalidade. Ela deixa aflorar o que está em seu coração, inspirada por experiências do dia-a-dia. Simples, assim. Sem esforço algum, mas com muito carisma e simpatia. A cantora se destaca com 5 Discos de Ouro, já incluindo o seu mais novo trabalho Apenas um Toque. Nos anos 90, quando Fernanda Brum despontou na música gospel, foi uma das grandes surpresas que ocorrem de tempos em tempos no mercado musical. Fernanda consegue passear pela adoração, blues e pop, sem decepcionar em nenhum momento. Com uma forte tendência romântica que se impõe ao longo de sua música, rotulá-la desse ou daquele estilo seria apenas uma forma inadequada de descrever sua capacidade de expressão em qualquer linha melódica, o que lhe confere uma versatilidade incomum para alguém tão jovem e com tão pouco tempo de carreira. “Eu sou o que vivo e o momento faz o meu estilo. Não busco uma tendência musical, um estilo ou o que está na moda. Cada faixa de um CD é uma parte de mim, é como um filho, eu assino o meu nome; sou eu”. Aos cinco anos de idade, Fernanda Brum já cantava. Enquanto seu pai ensaiava o coral da igreja, a pequenina atentamente assistia a tudo e tentava fazer igual. Por volta dos 16 anos, após um período longe da Igreja, do meio cristão e de ter trabalhado como modelo, Fernanda Brum finalmente encontrou sua vocação. Durante um show gospel, voltou para Jesus e começou a colocar em prática o chamado de Deus para sua vida. Que é entoar a Ele a perfeita adoração e proclamar ao mundo a grandeza do seu amor. Em 1992, foi lançado seu primeiro trabalho, “Feliz de Vez”, por outra gravadora. Apesar de sua tendência progressiva e de vanguarda, alcançou seu sucesso com a faixa título, uma balada com muito swing e o estilo que acompanharia Fernanda como sua marca registrada. E foi através deste trabalho que a cantora foi contratada pela MK e se tornou, logo no CD seguinte, conhecida nacionalmente. “Meu começo foi sobrenatural como tudo o mais na minha vida. Mas o mais sobrenatural para mim até hoje foi a cruz, o sacrifício de Jesus na cruz do calvário. Sempre sonhei que acreditassem no meu talento e orava muito a Deus por isso, hoje tenho plena certeza que estou colhendo os frutos da sinceridade das minhas orações. Deus jamais desampara aos que ama e eu sinto que Ele me ama… ama muito Seu segundo trabalho, o primeiro lançado pela MK Publicitá, “Meu Bem Maior” (1995), alcançou um sucesso surpreendente para uma intérprete até então pouco conhecida do grande público. Com vários hits sucessivos, suas músicas foram alcançando os primeiros lugares das rádios de todo país poucos meses após seu lançamento. O considerável número de CDs vendidos tem se mantido num patamar constante, o que sugere que a cada dia novas pessoas descobrem o talento de Fernanda. O lançamento de “Sonhos” foi mais um passo na carreira desta cantora que a cada dia se firmava mais e mais como uma unanimidade do mercado gospel. CD O Que Diz Meu Coração, lançado em novembro de 1999, consolidou de vez a carreira dessa cantora e intérprete, que passou 15 dias no EUA , onde fez turnê por várias cidades. Em seguida, veio seu terceiro CD pela MK Publicitá, “O Que Diz Meu Coração”. Fernanda já se havia se tornado uma das grandes estrelas da música gospel contemporânea. Contudo, “O Que Diz Meu Coração” mostrou uma nova fase de Fernanda Brum, apresentando uma intérprete mais madura, que não se intimidou frente aos arranjos sofisticados e soube alternar com precisão os vários estilos presentes em suas canções. A faixa de número 3, que dá nome ao trabalho, por exemplo, é uma canção extremamente romântica composta pelo casal Fernanda BRUM e Emerson Pinheiro (marido de Fernanda). E com a mesma propriedade, Fernanda apresentou a dançante “Dia de Festa”. Outro destaque desse belo CD foi a regravação de “Anjos”, de Domício Júnior, que ganhou uma versão moderna e ousada. O caráter eclético é outra característica de “O Que Diz Meu Coração”, que alterna músicas de louvores e adoração com canções românticas e de exaltação. A compositora Ludmila Ferber, uma das mais requisitadas da atualidade, não poderia ficar de fora. É dela a reflexiva “Mulher de Samaria”. “O Que Diz Meu Coração” reúne ao todo 13 faixas inspirativas e de muito bom gosto, produzidas pelo músico Emerson Pinheiro. Com certeza, capazes de saciar aos ouvidos mais exigentes e ávidos por técnica. Porém, os fãs mais antigos não precisam se preocupar: Fernanda Brum não deixou de lado a espontaneidade e a jovialidade, que são suas marcas registradas. Em 2001, Fernanda Brum relançou o CD Feliz de Vez, bem, o repertório faz parte do primeiro disco – isso mesmo: disco de vinil – que Fernanda fez aos 16 anos quando sentiu seu chamado para o louvor foi confirmado. Na época, ainda adolescente, a cantora prensou apenas 1.000, exemplares estes que se tornaram relíquia. O novo Feliz de Vez tem boas surpresas. Além de todas as canções terem sido regravadas com novos arranjos e concepções, três músicas inéditas foram incluídas: “Jesus é o Rei” – que já estourou em todo Brasil –, “Vem depressa, Senhor” e “Aplausos do Céu”. Cada canção, são 11 ao todo, tem sua peculiaridade e mostra diferentes interpretações de Fernanda, à começar pela canção-título do CD. Esta foi a concretização de um grande sonho da cantora. Já “Quebrantado Coração”, seu penúltimo CD (2002), traz canções que falam, sobretudo, da relação do homem (enquanto um adorador) com Deus (o restaurador, aquele que pode mudar nossas vidas e sarar nossas feridas). Este CD apenas veio reafirmar o amadurecimento desta cantora que já é um dos maiores nomes da música evangélica. “Um divisor de águas em meu ministério”, assim define a cantora pop-gospel este trabalho. Ele reúne um time campeão de compositores: Kleber Lucas, Alda Célia, Livingsthon Farias, Josué Teodoro, Eyshila e Marquinhos Gomes. Além do novato Jônatas Silva Bernardino. Fernanda Brum acaba de lançar o álbum Apenas Um Toque, o seu sexto CD pela MK Publicitá e o primeiro ao vivo de seu ministério, que ultrapassou a marca das 50 mil cópias vendidas, em apenas 45 dias. O CD traz uma linguagem congregacional e letras que revelam a intimidade de uma adoradora extravagante. É assim que a cantora define esse novo trabalho, repleto de experiências marcantes, como por exemplo, o nascimento de seu filho Isaac. Mas a mudança não se limita apenas pelo fato de ser mãe. Fernanda diz que neste CD teve liberdade de se mostrar como é, sem temer julgamentos. “Gravei músicas neste disco, onde estabeleço quem eu sou. Estou apaixonada e quando estamos assim cometemos loucuras tremendas por Jesus”, explica. Ela adianta que ainda não disse tudo, ainda tem mais de Fernanda para os próximos trabalhos. “Como sou, de certa forma, uma referência, procuro levar as pessoas a terem um relacionamento mais profundo com Deus. Quero fazer discípulos que busquem a Deus, cresçam e queiram renovação”, explica, esta carioca de 27 anos, o seu objetivo. De acordo com a também pastora, Apenas Um Toque é uma continuação crescente da transformação ministerial que começou em Quebrantado Coração. “É uma explosão do anterior”, completa. As 14 faixas gravadas ao vivo, na Igreja Batista Ebenézer, em Vicente de Carvalho (RJ), é a realização do sonho da cantora de registrar em um CD o calor de suas ministrações nas igrejas. Como “em time que está ganhando não se mexe”, mais uma vez Emerson Pinheiro, marido da cantora, assina a produção, arranjos e até algumas composições. FERNANDA e seu esposo, fizeram questão de deixar a gravação na íntegra, refazendo apenas alguns detalhes por questões estéticas. “Mantivemos todas as freqüências. A igreja faz um som que não é possível reproduzir em instrumento nenhum, mesmo que tenha uma igreja dentro do estúdio”, explica. “A adoração congregacional tem de gerar cura divina, conversão, esperança da volta de Cristo e batismo com o Espírito Santo”, conclui a adoradora. Diferente de tudo o mais que já havia no mundo da música gospel, esta jovem poderia ser apenas mais uma no meio de tantas que aparecem diariamente, isso se não contasse com um somatório de atrativos muito pessoais. Dona de uma imagem belíssima, um repertório bem cuidado e um estilo que encontra adeptos em todos os segmentos, Fernanda Brum ainda canta, e canta muito, com uma voz marcante e irrepreensível. Com um coração que anseia por mais de Deus, e menos de si mesma, e que busca adorar a Deus acima de tudo é sem dúvida nenhuma, seu maior atributo. Assim garante, ao lado de seus outros méritos a combinação perfeita desta que é, hoje, uma das maiores cantoras da música gospel da atualidade. PERFIL Qual seu prato preferido? Peixe com batatas. Qual a cor preferida? rosa Do que você tem medo? Nada. Música preferida? Shekiná de Fernando Campos Lugar inesquecível? Teresópolis. Quantos filhos? 01, Isaac O que mais detesta? Não poder contar com quem esperava. Tem animal de estimação? Não Cantor (a) que prefere? Rose Nascimento, Aline Barros e Ana Paula Valadão Um filme? A Paixão de Cristo Toca instrumento? Violão. Lugar para descansar? Minha casa. Uma mania? Não saio sem celular. Um defeito? Sou esquecida. Uma qualidade? Sou amiga. Data de Aniversário: 19 de Dezembro. Igreja em que congrega: Igreja Batista Ebenézer de Vicente de Carvalho/RJ. Fonte:(www.fernandabrum.com.br) |
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Conhecendo mais o Artista
Dezembro 21, 2007Como surgiu o Natal?
Dezembro 21, 2007
Universal, abrangente, calorosa assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.
Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.
Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando na noite de Natal. Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.
Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

Escrito por edson63
Escrito por edson63